Instrumento de aferição · processamento local

O score que
você compra,
alguém tem
que medir.

O ZORMA afere, de forma independente, se um score de risco de terceiro separa fraude de compra legítima — e se recusa a concluir quando a amostra não sustenta a resposta.

  • Zero dado transmitido a servidor
  • 8 verificações por rodada
  • Reprodutível — semente declarada
Quando o score sustenta
Protocolo AF-2026
Laudo emitido

Controle positivo recuperado, sinal acima do acaso, ganho confirmado sobre o trivial, estável entre faixas e ao longo do tempo.

Quando não sustenta
Protocolo AF-2026
Laudo não emitido

Um laudo negado não é falha do instrumento. É o instrumento se recusando a afirmar o que a evidência não sustenta.

01

Como funciona

Três passos, nesta ordem — cada um é pré-condição do seguinte, por isso é numerado.

1

Você envia o arquivo

CSV com escore, desfecho, valor e — se tiver — cliente e data. Tudo lido no seu próprio navegador.

2

O protocolo afere sozinho

Calibração do instrumento, teste de permutação, incremento sobre sinais triviais, estabilidade e degradação temporal — nessa ordem.

3

Você recebe o laudo

Executivo ou completo, em Markdown. Com veredito, ou com o motivo — e o quanto de dado falta — quando não há veredito.

02

O que é verificado

Oito verificações compõem o protocolo. Quatro são determinísticas para a amostra, duas são intervalo de confiança, uma é teste de hipótese, uma mede se o desempenho se sustenta no tempo.

01 · calibração

O instrumento mede a si mesmo

Antes de julgar o score, o ZORMA aponta para um alvo de separação conhecido por álgebra e verifica se recupera o valor certo, com precisão suficiente.

02 · permutação

Vazamento e sinal

Rótulos embaralhados centenas de vezes: a média deve voltar a 0,50. A separação real precisa exceder o que o acaso produz.

03 · incremento

Contra o trivial

O score precisa acrescentar sobre o que valor da transação e frequência do cliente já entregam de graça — não apenas separar.

04 · estabilidade

Entre faixas de valor

Um score que separa bem no ticket baixo e falha no alto tem um número global que não representa o risco real.

05 · temporal

Degradação ao longo do tempo

A amostra é cortada no tempo. Fraude é adversarial: o que funcionava há seis meses pode já não funcionar.

06 · captura

Precisão da fila

Quanto da fraude entra ao revisar só o topo do escore — em casos e em reais, com intervalo.

07 · custo

Consequência econômica

Varredura de todo ponto de corte, sob os custos declarados pelo operador, contra as alternativas simples.

08 · política

Método separado de critério

Cinco limiares são política de aceitação, declarada antes de rodar. Três são método e não se movem.

03

Para quem é

Faz sentido para

  • Quem valida modelo de terceiro — gestão de risco de modelos, risco de crédito, mercado ou liquidez.
  • Quem decide renovação de contrato de antifraude e precisa de argumento além do relatório do próprio fornecedor.
  • Auditoria interna que precisa de documento defensável sobre desempenho de score comprado.
  • Quem já tem histórico com desfecho conhecido — mínimo de 300 casos e 25 eventos confirmados.

Não é para

  • Quem ainda não tem desfecho rotulado — sem isso não há o que aferir.
  • Monitoramento contínuo automatizado — cada rodada é isolada, sob desenho atual.
  • Avaliação de viés entre grupos — não é medido, e não deve ser inferido daqui.
  • Quem precisa de conexão via API para esteira — a arquitetura é local, de propósito.
“Um laudo negado é o instrumento funcionando.”

O princípio que rege cada rodada